Hoje, dia 04/06/2013, tive o imenso prazer de conhecer pessoalmente Aleksander Henryk Laks, esse grande homem sobrevivente do holocausto nazista.
A mensagem que fica é de não conformismo com a intolerância, seja ela de qualquer natureza. Dia marcante.
Thiago Brañas de Melo - Professor de Matemática do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro - Campus São Gonçalo
Applet de Poliedros
No link http://www.uff.br/cdme/pdp/pdp-html/pdp-br.html pode-se encontrar um applet para visualizar os mais diversos tipos de poliedros. Há opções de cortes, modelagem e planificações.
Uma boa dica para quem tem dificuldade de enxergar os sólidos no papel.
Uma boa dica para quem tem dificuldade de enxergar os sólidos no papel.
Geometria Analítica - Distância entre Ponto e Reta no Plano
Demonstração da fórmula da distância entre Ponto e Reta no Plano Cartesiano
Matemática do Vestibular
Achei um site interessante para quem busca material para estudar para ENEM/Vestibular:
http://www.matematicadovestibular.com.br
Basta fazer um breve cadastro gratuito.
http://www.matematicadovestibular.com.br
Basta fazer um breve cadastro gratuito.
Aula de 28/05 da turma 103A
Prezados alunas e alunos,
Façam todos os exercícios desta apostila em anexo. Levem todas as resoluções feitas no caderno no dia 28/05. A tipo de avaliação será surpresa, mas estejam preparados.
Bom início de semestre.
Concepção de não neutralidade dos modelos matemáticos: uma experiência no ensino médio
O artigo que traz a primeira parte da minha dissertação de mestrado, escrito junto com meu orientador Alvaro Chrispino, foi publicado pela Revista Educação Matemática Pesquisa. Para acessa-lo basta entrar na página da revista:
Concepção de não neutralidade dos modelos matemáticos: uma experiência no ensino médio
Resumo: Este artigo é fruto de uma pesquisa de mestrado defendida no PPCTE do
CEFET/RJ. O objetivo desta pesquisa foi identificar possibilidades de
atividades no Ensino Médio a fim de contribuir para a concepção de não
neutralidade dos modelos matemáticos. Fez-se uma revisão teórica a
respeito desta concepção, em especial, seguindo as reflexões da Educação
Matemática Crítica e do enfoque CTS. A pesquisa se caracterizou por ser
qualitativa e um estudo de caso baseado nos materiais desenvolvidos por
alunos de um Instituto Federal localizado no Rio de Janeiro.
Descreve-se a pesquisa em dois momentos – o processo de modelagem
matemática e as questões sociopolíticas. Conclui-se a possibilidade de
mudança de concepção dos alunos para a de não neutralidade dos modelos
matemáticos, apesar de paulatina.
Conception of non-neutrality of the mathematical models: an experience in high school
Abstract: This article is the result of Master’s Course
research proposed at the PPCTE at CEFET/RJ. The aim of this research was
to identify possibilities for high school activities in order to
contribute to the design of non-neutrality of mathematical models. We
have done a theoretical review concerning this design, especially
according to the considerations of the Critical Mathematical Education
and the CTS view. The research was characterized as a qualitative case
study based on materials devised by students at a Federal Institution
located in Rio de Janeiro. The research is described in two different
sections: the process of mathematical modeling and sociopolitical
issues. We have come to the conclusion that the possibility of changing
the design suggested by the students to the non-neutrality of the
mathematical models, although gradual.
Para citar no formato ABNT:
MELO, T. B. ; CHRISPINO, A. Concepção de não neutralidade dos modelos matemáticos: uma experiência no ensino médio. Educação Matemática Pesquisa (Online), v. 15, n. 1, p. 125-146, 2013.
Para citar no formato ABNT:
MELO, T. B. ; CHRISPINO, A. Concepção de não neutralidade dos modelos matemáticos: uma experiência no ensino médio. Educação Matemática Pesquisa (Online), v. 15, n. 1, p. 125-146, 2013.
Matemática: Método de Borda propõe "democracia matemática"
JOSÉ LUIZ PASTORE MELLO
da Folha de S.Paulo
Não há princípio mais democrático numa eleição do que cada eleitor depositar seu voto a favor de um candidato e vencer o que obtiver a maioria dos votos, certo? Em 1870, o matemático francês Jean-Charles Borda mostrou que o princípio "um eleitor, um voto", empregado na maioria das eleições, pode ser responsável por distorções eleitorais. Vejamos um exemplo para compreender melhor a situação.
Imaginemos que para um determinado cargo concorram três candidatos (A, B e C) e que o eleitorado seja composto por 12 pessoas. Depois de apurados os votos, A é eleito com 5 votos, B fica em segundo com 4 e C em terceiro com 3. Pelo princípio "um eleitor um voto", A assume o cargo com 42% do total de votos. O que pode ser surpreendente nesse sistema é que, dependendo da distribuição de preferências do eleitorado entre os três candidatos, a retirada de uma candidatura qualquer às vésperas da eleição poderá implicar um resultado final diferente do que a vitória do candidato A.
Admita que os cinco eleitores que votaram em A preferem A a B e B a C. Os quatro eleitores que votaram em B preferem B a C e C a A. E que os três eleitores que votaram em C preferem C a B e B a A. Sendo assim, se B retirar sua candidatura antes da eleição, C será eleito com 7 votos contra 5 votos de A. Por outro lado, se C retirar sua candidatura, B será eleito com 7 votos e A ficará em segundo com 5. Em ambos os casos, o candidato A seria derrotado, apesar de ter sido o candidato eleito no sistema "um eleitor um voto". Com a retirada de candidatura de A , C venceria B por 8 a 4.
Por ironia do destino, o candidato C, que obteve último lugar no sistema "um eleitor, um voto", seria o primeiro colocado em qualquer eleição que disputasse contra apenas A ou B. Tal distorção ocorre porque o sistema eleitoral assim constituído não leva em consideração a distribuição de preferências dos eleitores entre os três candidatos. Para corrigir tal distorção, o matemático francês propôs o que se chama hoje "contagem de Borda", na qual o eleitor atribui 2 pontos ao seu candidato preferido, 1 para sua segunda preferência e 0 para a terceira. Pelo método de Borda na situação descrita, C seria eleito com 15 pontos, ficando B em segundo com 11 e A em terceiro com 10. Fez-se justiça!
Fica a dica aos políticos: que tal introduzir na discussão eleitoral a "democracia matemática" anunciada pelo sistema de Borda?
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u8781.shtml
Assinar:
Postagens (Atom)
